domingo, 17 de janeiro de 2010

Cartas - por alunos do 7.º 2

Lisboa, 21-10-2009

Querida Silvana,

Há muito tempo que te quero dizer um segredo. Uma coisa que se me prende no coração quando acordo de manhã.

Todos os dias penso que te devia dizer isto, contudo, a coragem é a última da fila. Mas sim, hoje eu sei que te vou contar.

Aqui vai Silvana: eu amo-te com todas as letras. AMO-TE e pronto!

Sei que, às vezes, sou rabugento e tu para mim também, mas eu gosto de ti como tu és. Quando falas para mim com esse teu sorriso tonto mas doce e me ajudas, quando eu preciso, com as tuas palavras maravilhosas, fico horas a fio a sonhar contigo.

A verdade é que eu quero continuar a ser eternamente teu amigo.

As palavras mais sinceras do teu amigo,

Mateus Moreira

Cátia Marques, 7º2




Braga, 15 de Outubro de 2009

Amigo Mateus:

Olá, como estás? Já não falamos há muito tempo. Por cá as coisas estão bem. A turma ficou a mesma e até temos três colegas novos: a Patrícia, o Ivo e o Nelson. Dos rapazes não posso falar muito, pois não convivo tanto com eles, a não ser o Rui que anda sempre connosco e aqueles que nos acompanham desde o primeiro ano. A Patrícia é uma rapariga inteligente, simpática e muito educada. Pratica ténis e outra actividade da qual não me lembro do nome.

Os nossos professores são muito simpáticos, temos uma directora de turma chamada Berta Henriques, três professores e oito professoras.

Ah! É verdade, já me ia esquecer, a Jéssica e o Joni saíram da escola, ninguém sabe para onde foram, uns dizem que foram para Viana do Castelo e outros dizem que foram para Arcos de Valdevez. Já não sei o que pensar, mas vou descobrir e, como é óbvio, depois conto-te.

O nosso horário é muito bom, pois temos todos os dias de tarde.

Como vês, tenho muitas novidades e ainda não terminaram, mas vou ter de me despedir, pois tenho os trabalhos de Língua Portuguesa para fazer. Espero que me respondas e que me contes como é a tua escola, o ambiente, os professores, e muito mais...

Tenho muitas saudades tuas e a turma sente a tua falta.

Um beijinho do tamanho do mundo,

Silvana

Lídia, 7º2

Diálogos - por alunos do 7.º 2



Umas férias inesquecíveis
(...)
- Quantos anos tens? – perguntou ela com algum à vontade.
- Tenho nove e tu? - respondi.
- Também tenho nove... como te chamas? – replicou ela.
- Eu chamo-me Luís. Sabes, tens um nome muito bonito!
- Obrigado, tu és muito simpático!
- O que estás aqui a fazer? Vieste passear? – perguntei curioso.
- Sim vim ver estas paisagens. E tu? – retorquiu ela.
- Eu... Eu estava com o meu avô e vim dar uma volta. – respondi eu, com alguma vergonha.
De seguida, apanhei as três mais belas flores que vi e ofereci-lhas:
- Toma, estas flores são para ti. Não são tão belas como tu, mas...
- São lindas! Obrigado. – disse ela com algum embaraço e também timidez.
- Queres ser minha amiga? – Perguntei entusiasmado.
- Sim, claro! – respondeu ela prontamente.
E a partir daí, fiquei com uma nova amiga.
Nesse verão, os dias em que era habitual ir com o meu avô à caça, quando ele adormecia, ia ter com a Patrícia. Conversávamos os dois sozinhos no meio daquele imenso prado cheio de flores. Ainda me lembro bem daqueles dias passados com a Patrícia, dias maravilhosos. Foram umas férias inesquecíveis, que agora recordo com saudade...

Beatriz Salgado, nº5, 7º2


A rapariga encantadora

(…)
- Não conheces o meu irmão?!
- Não. Sou de Braga e também estou a passar as férias – acrescentei eu.
- Ah... Este sítio é maravilhoso não achas? Tudo natural e fresco... – disse a Patrícia muito orgulhosa e vaidosa do local onde vivia.
- Sim, concordo contigo, mas... ainda não fiz amigos e vou passar aqui grande parte das minhas férias! Sem ofensa, mas estar a vir quase todos os dias à caça com o meu avô, que não acerta uma, começa a tornar-se um pouco chato.
- Então! Podes ser meu amigo! – disse-me a Patrícia com aquele sorriso encantador.
- A sério?! Eu adorava! Podíamos brincar nos parques, eu podia conhecer o teu irmão, e muito mais!
- Calma, calma. Já vi que estás muito animado!
- Ah... Des...Desculpa! – disse eu já um pouco embaraçado, resultante de toda aquela felicidade – És a minha primeira amiga aqui…
Ela olhou para o seu relógio, arreguilou os olhos e, com muita pressa, deu-me um beijinho e foi-se embora.
Fiquei tão corado que acho que parecia um pimento. Derreti-me todo e fui ter com o meu avô com uma grande sorriso parvo na cara. Acho que agora, estava realmente apaixonado...


Inês Azevedo, nº19, 7º2




"- Não conheces o meu irmão?!"
"- Não. Sou de Braga e também estou a passar férias."
- Uau! Sempre quis ir a Braga! Ouvi dizer que é uma cidade muito bonita! – exclamou sorrindo.
- É fixe, mas se calhar cansavas-te, se vivesses lá – disse eu.
- O que te trouxe aqui? – perguntou ela de imediato.
- Vim caçar coelhos com o meu avô ou, pelo menos, tentar! - disse eu, soltando um risinho irritante. - Somos apenas dois poetas que se fizeram à estrada. E tu?
- Eu venho cá passar as férias todos os anos! É como se fosse um evento anual. A minha mãe nasceu aqui perto, numa pequena aldeia muito acolhedora, com casas de pedra e jardins floridos – esclareceu ela.
- Bom, embora esteja a adorar a conversa, tenho que voltar para perto do meu avô. Ele acorda sempre muito rabugento e, se não me vê, entra em pânico.
- Tudo bem, mas antes diz-me o teu nome, pois ainda não o sei. – pediu ela numa voz meiga.
- Ah, pois! Tens razão! Eu sou o Alberto.
- Eu sou a Patrícia. - disse ela, abanando os cabelos dourados, que me fizeram lembrar campos de trigo, enquanto se afastava de mim cada vez mais.


Patrícia Ferreira Rocha, n.º 24, 7.º 2


O Primeiro Encontro

(…)
- E tu, de onde és? – perguntei-lhe.
- De Aveiro – respondeu a Patrícia - desculpa a minha confusão…
Eu compreendi a baralhação. Mas como queria descobrir mais coisas, não hesitei:
- O que estás aqui a fazer? Eu sei que estás de férias, mas por que vieste para aqui?
- Os meus avós vivem cá, vim visitá-los – esclareceu a Patrícia.
- Os meus também! - disse eu todo contente.
Perante tal novidade, achei que podíamos ser amigos. Assim, não passaria permanentemente a minha vida na caça com o meu avô. Por isso, perguntei-lhe:
- Queres vir a minha casa, conhecer o meu avô e a minha avó?
- Sim! - respondeu ela – Também podias vir à minha?
- Claro! E gostaria igualmente de conhecer o teu irmão - acrescentei.
E a partir daí, eu e a Patrícia fomos grandes amigos e conheci finalmente o Luís.



Rita, nº 25, 7º2

Auto-retrato - por alunos do 7.º 2



Como se vêem os nossos alunos.

Trabalhos realizados nas aulas de expressão verbal.




Olá! Sou a Ângela e adoro o meu nome! A minha família trata-me por Alexandra que, sinceramente, eu gosto mais.
Sou louca por guloseimas, mas estou magra na mesma. Dizem que sou muito agitada e divertida e, às vezes, desinquieta demais…Talvez, eu seja um pouco… não, deveras preguiçosa. Tenho um grande amor pela minha cama que é MUITO fofa e, supostamente, é por isso que durmo muito.
Um dos meus passatempos é pintar e desenhar. Sonho já ser uma designer. Gosto também de Ver TV, correr e andar de bicicleta. Estes talvez sejam também uns dos meus “hobbies”, mas não tanto como pintar. Os meus frutos preferidos são a manga e a banana e a minha cor favorita é o azul-marinho.
Quando quero, sou desenrascada, mas o esquecimento é MUITO para uma só pessoa. Mas o engraçado é que detesto queijo! Às vezes, sou bastante mimada, mas isso é secreto. Há um cantinho no coração reservados aos peluches, por isso, o meu quanto está repleto de ursos e bonecos.
As revistas, “A Bravo “ e a “100% Jovem”, são as minhas preferidas e nelas a secção das anedotas, “mato-me a rir” com aquelas piadas.
Ah! Tenho o cabelo castanho claro, nem muito comprido nem muito curto, é normal. Os meus olhos tanto são castanhos-escuros como verdes, consoante o meu estado do espírito. Tenho pavor a abelhas. Desde criança que detesto o cheiro do álcool. E, para finalizar, sou fã de sapatos de salto alto, é pena não ter idade para os usar!

Ângela Silva, nº2, 7º2




Chamo-me Bárbara, tenho doze anos e sou de estatura mediana. Tenho olhos castanhos, os meus lábios são médios, o meu cabelo é espetado e ondulado, sou magra e já calço o trinta e sete. Vivo com os meus pais e com a minha irmã mais velha, de dezasseis anos.
O que mais gosto de fazer é de estar com as minhas melhores amigas, cantar, dançar, divertir-me, andar de patins, fazer compras, entres outras coisas divertidas. O que gostava de ser quando fosse mais adulta era ser veterinária, porque adoro animais. Ou então, gostaria de ser polícia criminal, pois adoro tudo o que tenha a ver com química e investigações. Contudo, ainda estou indecisa…
Os meus desportos preferidos são o voleibol e a dança, mas neste momento só pratico voleibol. Tenho muitos defeitos, pois sou preguiçosa, muito teimosa, invejosa e frontal. Mas também tenho qualidades: sou querida, vaidosa, amiga, divertida, um pouco inteligente e, pelo que dizem, sou um bocado cómica. O que não gosto muito é quando me chateiam, pois torna-se irritante e não suporto pessoas falsas.
Gosto de ler e tenho como livros preferidos “A Lua de Joana” e “Os Herdeiros da Lua de Joana”, porque são livros que retratam a realidade dos jovens de uma forma muito frontal e interessante, foi por isso que gostei de os ler. Do ponto de vista culinário, o meu prato preferido é picanha, mas não gosto de sopa.
De um modo geral, é isto que tenho a dizer sobre mim!


Bárbara, 7º2




Olá! Eu sou uma menina de doze anos de idade. Hoje vou fazer um pequeno auto-retrato, por isso, sejam todos bem-vindos ao meu mundo, onde poderão conhecer-me melhor.
Os meus olhos são de um castanho esverdeado claro e o meu rosto é redondo. As minhas amigas mais chegadas costumam dizer que sou uma princesinha loira de cabelo meio ondulado. A minha altura corresponde à minha idade, mas a minha mãe diz que sou muito alta, porque já sou maior que ela.
Sou uma rapariga muito ligada à família e aos amigos. Para mim, a família é uma ajuda fundamental da nossa vida, é com eles que aprendemos muitas coisas, que conversamos sobre os nossos problemas. 0s amigos são aqueles com quem brincamos, que nos ajudam quando precisamos, que nos ouvem.
Sou uma pessoa tímida, amiga, divertida, trabalhadora, inteligente e procuro ser imparcial, sociável e cooperante.
Gosto de ler, ouvir música, ver televisão, jogar no computador e na internet, cantar, dançar, fazer croché, passear e de ajudar a minha mãe e a minha avó.
Adoro o sol e o mar e, por isso, o amarelo e o azul são as minhas cores preferidas.
A minha música preferida é “True Friend”, que traduzindo para português significa “Verdadeiros Amigos”.
Adoro viajar e, como tal, gostava de conhecer o mundo, com algumas prioridades: ir à Argentina, Porto Rico, México, República Dominicana, Estados Unidos da América e Londres. Já fui à França e a Espanha, mas nunca de avião.
Falo várias línguas como o Espanhol, Inglês e, claro, Português. Estou a começar a aprender Francês, por isso, ainda não posso dizer que seja uma língua que saiba falar à vontade, pois sei muito pouco dela.
O meu projecto para o futuro era ser voluntária no IPO, na parte da pediatria, mas como profissão gostaria de ser educadora de infância ou professora do primeiro ciclo.
As minhas melhores amigas são a Sofia, a Sílvia, a Stephanie, a Mª da Luz e a Cila. Claro que, neste grupo de amigos, tenho incluído familiares como a minha mãe, a minha avó, a minha irmã e as minhas primas Dina e a Débora.
Para terminar, vou falar um pouco das minhas disciplinas preferidas e das que tenho mais dificuldades.
Adoro as disciplinas de Língua Portuguesa e Matemática. Estou a gostar muito de aprender Francês, quem sabe se até poderá ser uma das minhas línguas preferidas.
Tenho mais dificuldades a Físico Químicas e a Educação Tecnológica.
Isto de que vos falei é um pequeno auto-retrato da minha vida. Espero que tenham gostado e que, a partir deste pequeno texto, me tenham conhecido melhor.


Lídia Viana, 7.º 2




Eu sou a Patrícia, uma menina de doze anos. Tenho cabelo e olhos castanhos e um rosto oval com um sinal castiço perto do nariz.
Apesar da minha altura e peso estarem dentro da média para a minha idade, a minha avó acha-me uma magricelas.
Gostava de praticar mais desporto, para além de jogar ténis e, talvez, até aprender a tocar um instrumento musical, mas, por azar, o dia só tem vinte e quatro horas e a semana sete dias.
Os meus sonhos são como o Universo, INFINITOS!
Gostava de ser uma grande tenista, se conseguisse pôr a minha pancada direita tão forte como a esquerda, que neste momento está péssima. Gostava de ser neurocirurgiã porque o cérebro fascina-me e tocar-lhe deve ser a melhor sensação do Mundo.
As pessoas que me rodeiam acham-me muito persistente, tenho um querer forte. Tenho muito bom humor, excepto quando como sopa, e, ao acordar, sou preguiçosa e rabugenta.
Não sei se o que escrevi é suficiente para me descrever, mas espero que o tenha sido para me quererem conhecer.


Patrícia F. Rocha, n.º 24, 7.º2


Olá! Bem-vindos,
Podem saber tudo o que quiserem sobre a minha personalidade.
Como imaginam, sou muito simpática e alegre, adorava ter uma cascata de chocolate e um castelo de gelado com pepitas. Também sou um bocado preguiçosa e faladora.
Era capaz de viver a minha vida na cama se tivesse lá uma televisão e batatas fritas. Se pudesse ir falar para a televisão, sentava-me e contava tudo da minha vida desde o infantário até aos meus possíveis cem anos de idade.
Tenho um grande e muito engraçado irmão. Não nos damos sempre bem, mas como eu sou muito fraca, nunca consigo contar à minha mãe as traquinices que ele faz.
Nunca gostei de comer coentros nem coelho. Não consigo comer os coentros porque cheiram mal e o coelho para mim é como um animal de estimação. Gosto muito de picanha e chocolate. A picanha é tenra e saborosa com especiarias e fica muito boa com banana frita. O chocolate é um pedaço do céu, é tão docinho e bom que sou capaz de pensar que estou nas nuvens quando o saboreio.
Não sei se sabem, mas sou muito boa a falar Inglês, até os meus amigos se chateiam se eu começar a dizer coisas em Inglês e eles não percebem. Também danço ballet, não sei se sou excelente mas sou uma das melhores da minha turma.
Quanto à minha vida futura, gosto dela assim não tenho sonhos de vida, gosto de deixar as minhas opções em aberto e talvez um dia arranje uma vocação… É por isso que às sextas faço ballet e natação.


Sofia Q. A – nº28, 7º2

domingo, 22 de novembro de 2009

O Amor é uma estupidez

Os trabalhos que se seguem foram elaborados no seguimento do estudo de um texto cujo título “O amor é uma estupidez” traduzia a opinião da personagem principal, um jovem estudante, sobre este sentimento tão misterioso.
Registamos o nosso sentir.


A minha professora pediu
para falar do amor.
Mas eu não sei o que escrever.
O amor nem se consegue ver!
O amor anda por todo o lado,
às vezes até canta fado.

Mas afinal o que é o amor?
O amor é como o vento,
espalha carinho pelo ar
e traz muitos beijinhos para dar.
No amor há de tudo,
declarações e invenções...

Soraya Lima, 7º3


És o sol que me ilumina,
Que me faz sentir livre e feliz
Como um pirilampo repleto de alegria!
Quando espero por ti, fico nervosa, impaciente…
Quero que saibas que te adoro.
Ninguém consegue amar tanto como eu te amo!
Preciso de saber se alguma vez te irás apaixonar por mim!
O meu sonho tornar-se-á, um dia, realidade?
Quando passares por mim, ignorar-me-ás
Como se eu fosse invisível?
Não consigo viver sem ti ao meu lado!

Catarina Magalhães, 7º1


O Amor é verdadeiro,
nunca se engana naquilo que escolhe ou sente.
É um sentimento muito, mas muito forte
que leva qualquer pessoa a fazer loucuras.
O Amor, por vezes, pode ser mudo, não se revela.
Também pode ser cego,
nem sempre a pessoa que escolhemos
é aquela que nos vai fazer felizes.
Afinal o que é este sentimento, o amor?
O Amor é um sentimento, que nos prende.
O Amor é uma prisão?!

Diogo Palmeira, 7º1



Quando se é criança, o amor é como uma brincadeira.
Quando se é pré-adolescente, o amor é tudo.
Quando se é adolescente, o amor é uma estupidez.
Quando se é adulto, o amor é casamento.
Quando se é velhinho, o amor é eterno.
O amor é como estar nas nuvens,
É como nadar num mar de rosas.
Mas cuidado!
O amor também é perigoso.
Será que existe solução para esse perigo?
Sim, atravessando os obstáculos juntos,
De mãos dadas para que nenhum fique para trás.

É bom estar juntinho a quem amamos, à beira do mar,
olhando para o céu, para a lua, para as estrelas cadentes,
pedindo e jurando amor eterno.

Alessandra Gomes, 7º4




O Amor é
Uma flor pronta para desabrochar.
Quando abre, de repente,
Pode acabar por se magoar
E ferida, volta a esconder-se
À espera de ser regada
E à espera de ser amada

O Amor é
Um sentimento bom!
Quando acaba, fico sem ti!

Francisca Costa, 7º1


O amor é
Um sentimento especial
Que nos faz sentir
Uma sensação fenomenal

O amor é adorar!
É abraçar e beijar
É sentir algo mais forte por ti
Do que a amizade.

É bonito como o pôr-do-sol
É um sonho cor-de-rosa
É uma orquestra harmoniosa

Mas será sempre assim, o amor?

Diana Silva, 7º1



Gosto de ti como
A borracha gosta de papel.
Gosto de ti como o
Lápis gosta de minas.
Gosto de ti como o
Comboio gosta
Dos carris de ferro.
Gosto de ti como
A caneta gosta de escrever.

Fernando Meneses, 7º 3







Escrevi este poema
Para te mostrar o quanto gosto de ti.

Gosto de ti quando choras
Gosto de ti quando ris
Gosto de ti quando estás triste
Gosto de ti quando estás contente
Estou apaixonado por ti!

És o Sol, que me dá a luz!
És a minha vida!
O teu cabelo é como a brisa fresca
Que arrepia o meu coração.
Será que também sou assim tão especial para ti?

João Pedro Vieira, 7º1





O amor é lindo!
O amor não se vê, mas sente-se.
O amor é como um cão vadio
anda sempre à procura de um dono.
O amor é como o fogo, vermelho e quente
e conquista milhares de corações.
É uma coisa bonita que sentimos.
Parece uma amizade, mas é muito mais forte.
O amor é como um bebé.
vai crescendo, crescendo
até ficar grande e muito forte.
É o dono do mundo, é um rei.
É ele que nos diz o que fazer.
Sem amor ficamos tristonhos,
sempre de cabeça para baixo.
Quando amamos e somos amados
estamos felizes,
gostamos de olhar para o céu.
É assim o amor quando o sentimos.

Hugo Quinteiro, 7º1


Declaração de amor
Por ti me apaixonei,
Por ti enlouqueci,
Por ti vou até ao fim do mundo,
Mas será que sentes o mesmo por mim?

O teu olhar consegue ser
Mais doce do que o açúcar,
És tu que me consegues pôr
Um sorriso na cara
É o teu amor que me
aquece nos dias
frios do Inverno
Ana Catarina, nº1, 7º1


O Amor faz-me
Voar no firmamento,
Onde tu és a estrela
Que brilha mais intensamente.
Enche o meu coração,
Preenche a minha vida,
Porque sem ti,
Estou vazia.
O que sinto por ti,
É imenso, mas inexplicável!
És apenas meu amigo,
Ou és algo mais?
Catarina Isabel Sobral, Nº6, 7º1

sexta-feira, 20 de novembro de 2009

Cavalo de Tróia

Ilustração de um poema, na sequência da ida à biblioteca da escola para receber um livro, no âmbito do Plano Nacional de Leitura.

Alunos do 5º 7, Professora Paula Oliveira





Alfabeto sem juízo

Para melhor conhecer o alfabeto, a turma 8 do 5º ano, da Professora Paula Oliveira, resolveu brincar com os nomes da turma. Para isso fez um alfabeto sem juízo com os nomes de todos os alunos. É claro, por ordem alfabética!